Essa é uma das perguntas mais comuns de quem começa a pesquisar sobre holding familiar:
“Quanto vou gastar para estruturar isso?”
A resposta correta é: depende da complexidade do patrimônio e dos objetivos da família.
Neste artigo, o Goularte Advogados Associados explica quais custos existem na criação de uma holding familiar e por que a análise deve sempre considerar custo x benefício.
Quais são os custos envolvidos?
✅ Honorários jurídicos
A estruturação exige:
- análise patrimonial;
- planejamento sucessório;
- elaboração do contrato social;
- definição das cláusulas de proteção;
- acompanhamento societário.
Cada estrutura é personalizada.
✅ Custos contábeis
A holding é uma empresa e precisa de:
- contabilidade mensal;
- obrigações fiscais;
- declarações obrigatórias.
Holding é cara?
Depende do patrimônio.
Para famílias com:
- imóveis de locação;
- patrimônio relevante;
- múltiplos herdeiros;
- empresas familiares;
… a holding costuma representar economia no longo prazo.
Já em patrimônios menores ou pouco complexos, é necessário avaliar se a estrutura realmente se justifica.
O erro mais comum
Muitas pessoas analisam apenas o custo da holding — e ignoram o custo do inventário:
- ITCMD;
- honorários;
- bloqueio de bens;
- conflitos familiares;
- demora judicial.
Em muitos casos, o inventário custa muito mais.
Conclusão
A holding deve ser analisada de forma estratégica.
O importante não é perguntar apenas “quanto custa”, mas sim:
“Quanto custa não se planejar?”





